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"“Os conteúdos usam avatares de aparência humana apresentados como médicos ou especialistas, atribuem qualificações profissionais fictícias e recorrem a linguagem alarmista para conferir credibilidade às informações”, diz nota do Ministério da Saúde (MS)."
Ou seja. Um influencer de saúde padrão do Instagram – Para quem não leu a matéria os alvos eram idosos e os perfis investigados vendiam cursos, ebooks e medicamentos.